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Segurança em e-business

Publicado por ebiz3p em 18, Abril 2008

Nos dias de hoje já é possível ir ao shopping sem sair de casa. É possível comprar de tudo pela internet. A maior preocupação, no entanto, é a mesma de quem sai de casa para ir às compras: a segurança. Um consumidor pode sim ser roubado nesse tipo de comércio. Para isso as empresas estão investindo pesado em proteção para suas transações.

O setor bancário é um dos alvos principais de criminosos virtuais no Brasil. Na América Latina, os cavalos-de-tróia estão entre os dez códigos maliciosos mais detectados. Trata-se de um vírus que se aloja no computador da vítima e manda suas informações para um outro endereço na internet, onde será recuperado e utilizado indevidamente.

A empresa Future Security oferece um serviço de tecnologia de segurança para e-business que aborda desde com proxy reverso de aplicações inteligente até sistemas avançados de criptografia. Os empresários estão preferindo terceirizar esse tipo de serviço. Sai mais barato às empresas a terceirização, já que funcionários especializados custam muito caro.

A Locaweb também oferece um serviço seguro para transações comerciais. Com R$ 60 reais mensais é possível assinar um serviço de cobrança segura com cartões de crédito e gerador de boletos bancários, independente do número de transações realizadas. As transações contam com criptografia SSL e TLS de última geração. Não inclui despesas de hospedagem do site.

Outra ferramenta que auxilia no controle de fraudes são as chamada redes neurais. O sistema leva em conta o padrão de comportamento de usuários de bancos e telefonia móvel. Quando há um desvio de padrão é disparado um alerta que verifica qualquer irregularidade. A Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), as perdas com fraudes contabilizaram no ano passado mais de R$ 150 milhões.

Boa parte das ocorrências de fraude e roubo na internet acontecem também por descuido dos próprios consumidores. Quem quiser comprar pela internet deve tomar alguns cuidados essenciais na hora da compra, tais como:

Digitando o endereço da loja no navegador e nunca clicando em links e e-mails;

Averiguando se existe um ícone em forma de um cadeado no canto inferior direito da tela, que indica que o site é seguro;

Evitando colocar sua senha ou seus dados pessoais em e-mails, ainda que eles aparentemente tenham sido enviados pelo site no qual você se cadastrou;

Evitando senhas que você utiliza em outros sites e que façam referências a dados pessoais (data de aniversario, telefone de casa e etc.);

Verificando se o preço do produto não está muito abaixo do valor de mercado;

Essas e outras dicas podem ser encontradas na cartilha do e-consumidor que pode ser acessada através do link: http://www.camara-e.net/e%2Dconsumidor/

Exemplo de Empresa que administra segurança na Web:

Websense – vídeo demonstrativo

Postado por: Jonathas Portela, Leonardo Borges e Romero Sarmento

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Requisitos de E-Business

Publicado por ebiz3p em 18, Abril 2008

Requisitos de E-business:

E-business

É o que fazemos praticamente através do computador, geralmente para comprar ou vender algo através de algum site na web, chamado de comercio eletrônico. Podendo dizer que o e-business, feito através desta forma (computador), é um sentido mais amplo do que é negocio. Com contatos diretos com consumidores, fornecedores e estudos do mercado, investimento e buscas de informações.

Web marketing

Web marketing ou internet marketing pertence ao Comercio eletrônico. Pegando informações, relações públicas, serviços ao cliente e divulgação de vendas. Com o crescimento da Internet e toda a sua popularização, esses meios também seguiram do mesmo jeito.

No que já foi sonho, anunciar e vender na web, hoje é uma coisa “compulsiva” para as transações comerciais. Existem dois pontos principais:

1) consumidores podem conhecer a empresa e suas idéias;

2) é sempre acessível aos clientes, 24h por dia, 365 dias por ano, e em todo o mundo. Sem falar também, a redução de custos que uma empresa tem com funcionários e para manter um estabelecimento, pois na web faz quase tudo ou até tudo que um funcionário faria pessoalmente.

EX.: http://www.kiamotors.com.br/ – Pode conhecer a empresa, seus produtos e até as suas filiais.

Necessidades do cliente

Bom! Em linhas gerais podemos dizer que com o auxílio da tecnologia da informação – e cada empresa deve utilizar de acordo com seus recursos – este modelo tem foco nas três necessidades básicas dos Clientes: tratamento justo, segurança e auto-estima, pois, não basta simplesmente satisfazer aos Clientes para mantê-los fiéis. O cliente se sentindo basicamente seguro e protegido com certeza haverá possibilidade de negócios prósperos.

Modelo de negócios.

Existem também os modelos de negócio envolvidos. Sendo os principais: (B2B)- Empresa-para-empresa (empresas negociando umas com as outras); (B2C)- Empresa-para-consumidor (venda direta com o consumidor);e (C2C)-Consumidor-para-consumidor (indivíduos trocam produtos entre si).um exemplo disso é o conhecido Mercado Livre. http://www.mercadolivre.com.br/

Benefícios.

O grande foco é a disponibilidade de informações aos consumidores, sem falar do baixo custo para isso. Acima de tudo, o web marketing ajuda a expandir o mercado local para um nível nacional e ate mesmo internacional. Comparando as outras mídias, o WM esta crescendo muito mais rápido e ganhando muita popularidade entre os pequenos negociantes e entre os internautas que tentam ganhar algum dinheiro com o seu web site ou blog.

Limitações.

Falando um pouco das limitações e explanando um pouco de soluções. Nem tudo é uma maravilha só. Existem problemas tanto para as empresas quanto para os consumidores. Conexões lentas causam dificuldades. Construindo paginas repletas de animações as vezes não tão necessárias, dificulta em muito o seu acesso, e o principal, o medo de comprar e ser lesado pela internet. Então quanto mais a empresa se preocupa com o cliente, dando a ele uma segurança, credibilidade, bônus e etc. isso tudo cativa ainda mais, e esse mercado passa assim a galgar um espaço ainda maior nessa fatia do mercado que vem crescendo cada ano mais e mais.

Existe também a questão da segurança, onde a empresa, no caso, precisa passar esta idéia ao seu consumidor. Não havendo nenhum tipo de fraude que possa prejudicá-lo.

Arquitetura de Sistemas.
Falando um pouco sobre arquitetura de sistemas diríamos que seria um conjunto de sistemas de uma empresa que se interligam e interagem com os sistemas de diversas outras empresas servindo como a infra-estrutura do e-Commerce (comércio eletrônico). E-business tem como aplicação a criação de sistemas capazes de prover comunicação entre empresas, agilizando todo o processo de compra e venda entre as mesmas. Existem, inclusive, sistemas que fazem pedidos automáticos para as outras empresas de acordo com o seu estoque de produtos, facilitando assim todo o processo de fabricação e venda, melhorar a disponibilidade de produtos de acordo com a demanda pelos mesmos.

Também precisa ter um bom profissional na área. No caso, um arquiteto de sistemas, que é responsável pela a concepção, desenho e todo o desenvolvimento desta arquitetura em questão.

Conclusão

Para uma ter bons resultados no mercado, é certo que o marketing atenda não só as suas necessidades, mas sim e de preferência, as dos clientes. O plano de marketing é um conjunto de ações que coloca a empresa em posição favorável sobre a concorrência, graças ao valor que é atribuído pelo o cliente satisfeito que recebeu um bom serviço.

Autores:

Guilherme Heráclio;
Tiberius Augusto.

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Modelo de Negócios

Publicado por ebiz3p em 18, Abril 2008

Um modelo de negócios é, basicamente, uma arquitetura de produtos, serviços e informações, incluindo a descrição dos vários elementos e seus papéis, a descrição dos benefícios e de fontes de recursos.

O modelo de negócio de um empreendimento se refere a um arranjo lógico das transações que o cercam e à forma com que o empreendimento se posiciona no mercado.Isto é, um sumário lógico da criação de uma organização, incluindo suposições sobre seus parceiros, competidores e clientes.

O modelo é o primeiro determinante da performance de uma empresa, a pré-definição do que a empresa sugere, o método que a empresa constrói e usa seus recursos para oferecer aos clientes vantagens sobre os seus competidores e , assim, conseguir alcançar o sucesso.

O objetivo do modelo de negócio não é fazer um retrato fiel do negócio, mas destacar os pontos de apoio para facilitar a sua compreensão e aumentar a percepção acerca das oportunidades de melhoria do negócio.

O principal objetivo de sua criação é permitir a eliminação de detalhes irrelevantes e a atenção mais centrada nos aspectos mais importantes. Além disso, os modelos ajudam na discussão entre a parte interessada do negócio e permite-lhes chegar a um acordo acerca do fundamental e cooperar para objetivos comuns.

Há diversos autores que apresentam conceitos distintos sobre Modelos de Negócios. Porém, muitos deles citam os seguintes componentes como mais importantes na modelagem de negócios:

Objetivos → Propósitos do negócio, os resultados que toda a organização deseja atingir.

Recursos → Objetos utilizados em um negócio. Como pessoa, material, informação ou produto.

Processos → Atividades estruturadas em conjunto para que seja gerado um produto.

Regras → Declarações que representam o conhecimento do negócio, restringindo, derivando e fornecendo condições de existência.

WEB DIRETO

Com o avanço das linguagens de programação, que permitem um acesso mais seguro, a internet vem ganhando a confiança dos seus usuários e gerando, assim, o estampido da Web direto.

Se enquadra em web direto todos aqueles sites existentes na internet que permitem oferta de serviços diretos para os usuários. Estes se dividem em dois: Web direto público e web direto privado.

Como exemplo de Web direto público, tem-se:

Lojas Virtuais (para consumidor final) – Aquele que compra o produto em seu estado final, acabado, sem nenhum propósito de um novo produto sobre ele.

Ex: www.nokia.com.br, www.caloi.com.br

Portais de compra – lojas especializadas em segmento de produto.

Ex: www.bestbuy.com, www.webmotors.com

Shoppings virtuais – Site que reúne diversas lojas

Ex: www.e-center.com.br, www.mfrural.com.br

Os exemplos de Web direto privados são:

Lojas Virtuais (para consumidor organizacional) – Aquele cujo objetivo é comprar um produto para continuar a fabricação de outro produto.
Ex: www.sanalplast.com.br, www.forteferroeaco.com.br

Sites de serviços - Sites que oferecem serviços variados

Ex: www.servicosja.com, www.servicosgratis.com.br

Vendas integradas – Integração dos processos de compra e venda das empresas, envolvendo convergências de informações, fluxos e inclusive cultura.

Ex: www.americanas.com, www.paodeacucar.com.br

WEB INDIRETO

O modelo de negócios web indireto tem como característica a distribuição de produtos através de terceiros e não pela própria empresa que o fabrica. Vemos este tipo de negocio nos e-malls, leilões e nos e-marketplaces.

O uso desse tipo de negocio é mais barato, pois o fabricante não necessita ter a sua própria pagina na web para vender seus produtos. A partir de uma taxa ele pode anunciar seus produtos e serviços através de um site. Porém, como nem tudo são flores, o fornecedor fica rodeado pelos seus concorrentes e nesse caso quem tem o melhor preço ganha. Essa é uma grande desvantagem, pois a empresa pode perder muitas compras.

Os shoppings eletrônicos (e-malls), são um ótimo exemplo desse tipo de negocio. Eles apresentam uma grande variedade de produtos e preços, divididos em diferentes segmentos. Ex.: Eletros, telefonia.

Esse tipo de sistema facilita a vida do usuário que não precisa perder tempo com produtos que não são do seu interesse. Alem disso, eles integram diferentes setores gerando certa harmonia entre as empresas presentes no mesmo; podendo através disso, gerar futuras parcerias entre elas.

E a grande vantagem desse sistema de shopping eletrônico para as empresas, é que esse tipo de negocio é bem comum na web e as pessoas já estão acostumadas a serem clientes desse serviço, deixando de lado aquele velho medo das compras on-line; já se uma empresa nova no mercado fizer um tipo de negocio web direto, ela terá que arcar com os custos e riscos de ter uma solução própria, e também com a desconfiança das pessoas por ser um produto novo e sem tradição no mercado.

Figura – 1: Exemplo de um e-mall muito conhecido na web.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, MAIS UM ARTIFÍCIO

A Web e a inteligência artificial estarão cada vez mais andando lado a lado, e o que isso quer dizer? Que os mecanismos de busca deverão estar utilizando tecnologia mais avançada ligada há inteligência artificial, que trarão de uma forma mais detalhada e eficiente o que o usuário deseja.

Isso vai facilitar a forma com que sites do tipo e-commerce vão se relacionar com o usuário e a forma com que os produtos procurados serão achados por esses usuários.

Um outro ponto relacionado à sites inteligentes são como eles são desenvolvidos, que são os sites construídos em cima de um Gerenciador Dinâmico de Conteúdo, ou CMS (Content Management System). Estes sistemas oferecem soluções para comunicação ativa, através de ferramentas para marketing direto, como envio de e-mails para categorias de usuários, monitoramento de tráfego por seções, entre outras, que fazem parte da Web 2.0.

Algumas discursões sobre como seria a Web 3.0, trazem a A.I. como um dos principais pontos no avanço da Web 2.0 para a Web 3.0, pontos esses que farão com que até sistemas operacionais sejam nativos da internet, e o usuário só vai precisar de um computador ligado à rede, para que tenha acesso ao seu desktop on-line e arquivos.

www.Goowy.com

Goowy é um desktop online atualmente em fase de desenvolvimento, que integra as tecnologias AJAX e Macromedia Flash, um dos exemplos da Web 2.0, que será como uma ponto de partida para o desenvolvimento da Web 3.0.

www.YouOS.com

Assim como o Goowy o youOS é um Sistema Operativo On-Line, é todo desenvolvido em javascript e é executado a partir do Browser, então, qualquer browser recente suporta o youOS.

www.Inbot.com.br

A Inbot é uma empresa que possui como alvo os chats on-lines, tendo a SeteZoom e o Ed da Petrobras que são dois personagens que se utilizam de um sistema de chat com o recurso de inteligência artificial.

Assuntos Relacionados

- Empresa digital, Comércio e negócios eletrônicos

http://www.oficinadanet.com.br/artigo/788/a_empresa_digital_comercio_e_negocios_eletronicos

- Transição de Modelo de Negócios para Sistemas

http://www.wthreex.com/rup/process/modguide/md_bmtse.htm

- Modelação Empresarial

http://twiki.fe.up.pt/bin/view/ERSS0304/ModelacaoEmpresarial

- Singularidade tecnológica

http://pt.wikipedia.org/wiki/Singularidade_tecnol%C3%B3gica

Autores:

Aline Suellen

Elisa Sattyam

Felipe Angeiras

Polyanne Maximo

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Definindo o comércio eletrônico (Parte 3)

Publicado por ebiz3p em 18, Abril 2008

Forças envolvidas

Em relação às forças envolvidas no comércio eletrônico, encontram-se vários setores, não só relacionados a TI. Marketing, economia, direito e muitos outros setores estão envolvidos no processo do comercio eletrônico.

Ao efetuar uma transação diretamente em um site de varejo on-line (submarino, americanas, shoptime), o usuário finaliza sua compra de forma rápida e segura. Porém, nesses segundos ou minutos em que esta transação foi efetuada, dar-se início a um processo extremamente rigoroso que envolve vários modelos de negócio.

Pessoa Comprando

De partida, no website do ato da compra, temos um ambiente promove uma segurança contra fraudes eletrônicas. Ao escolher um produto, o sistema analisa muitas vezes compras já efetuadas pelo cliente e sugere novos produtos, envolvendo certa inteligência artificial. Na finalização da transação, encontram-se meios de pagamento eletrônicos, sendo mais comum os cartões de crédito, TEF (transferência on-line) e boletos bancários.

Pocesso

Após o ato de pagamento, começa o processo de logística que envolve modelos de negócio B2B, uma vez que é comum sites de varejo possuir parcerias com fornecedores de produtos e também terceirizarem a entrega dos produtos. Garantias são disponibilizadas pelas empresas, ficando por parte dos fornecedores o suporte a produtos danificados ou em relação a trocas o próprio varejo se encarrega. Desta forma, relaciona-se o setor de jurídica.

Entrega

No setor de marketing, há um investimento em publicidade on-line, uma vez que empresas estão pagando para ter seus produtos anunciados em sites de conteúdo relacionado. Banners padrões ou flutuantes são mais comuns a cada dia, o que pode trazer certa insatisfação para o usuário final muitas vezes.

Ana Gabriela Guedes

Bruno César

Djalma Araújo

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Definindo o Comércio Eletrônico (Parte 2)

Publicado por ebiz3p em 18, Abril 2008

Tipos de Comércio Eletrônico

O comércio eletrônico pode apresentar vários tipos, dentre eles podemos destacar:

C2C (Consumer to Consumer) (Consumidor e Consumidor)a transação on-line realizada entre pessoas físicas é uma espécie de “terceira onda” do comércio eletrônico. São realizados por meio de uma plataforma eletrônica na Internet e intermediados por uma empresa que oferece a infra-estrutura tecnológica e administrativa.

Exemplo:

- O Mercado Livre (www.mercadolivre.com.br), maior site de C2C no país, onde o usuário vende para outro usuário.

B2B (Business to Business) (Empresa e Empresa)a transação on-line realizada entre pessoas jurídicas, esse tipo de comercialização apresenta uma previsão bastante otimista no Brasil.

Exemplo:

- A empresa realiza licitação para escolha de sua fornecedora de suprimentos ou participa como uma candidata à fornecedora de suprimentos;

- A empresa compra produtos de outras empresas ou vende regularmente para elas, utilizando a Internet ou a extranet;

- A empresa realiza leilão para escolher a fornecedora de matéria-prima, nas condições solicitadas, com o menor preço; ou participa do leilão como candidata a fornecedora.

- Americanas e Sony (http://www.americanas.com.br/hs/6418?chave=home_shop_sony), onde a mesma trabalha com negocio diretamente a fabricante dos produtos.

B2C (Business to Consumer) (Empresa e Consumidor) – Este tipo de comércio é realizado quando a empresa vai negociar diretamente com o seu consumidor final. Este tipo de comércio esta se tornando a melhor forma de comercialização no Brasil e mundo, pois consegue reduzir consideravelmente o valor do produto por causa na diminuição de custos.

Exemplo:

- Submarino (www.submarino.com.br) e Americanas (www.americanas.com.br) , uma das maiores empresas nesse ramo no Brasil;

Ainda existem outros tipos comércios eletrônicos:
G2G (Government to Government) (Governo e Governo) – nome dado às relações internas do governo ou com outros órgãos e esferas;

Exemplo:

Governo Federal (www.brasil.gov.br) representa bastantes relações entre os ministérios e os órgãos federais.

G2C (Government to Citizen) (Governo e Cidadãos) – referente às relações entre o governo e o cidadão, principalmente, à prestação de serviços.

Exemplo:

Detran de Pernambuco (www.detran.pe.gov.br), onde o usuário pode realizar consultas referentes a carteiras de habilitação e carros, além de serviços para os mesmos.

G2G (Government to Business) (Governo e Empresa) – é o nome relativo às relações do governo com empresas.

Exemplo:

Secretaria da Fazenda de Pernambuco (www.sefaz.pe.gov.br), o portal é voltado para prestação de contas e serviços para pessoas jurídicas no estado.

Artigos de referência:

http://www.e-commerce.org.br/Artigos/comercioeletronico_C2C.htm

http://www.e-commerce.org.br/Artigos/comercioeletronico_B2B.htm

http://www.microsoft.com/brasil/setorpublico/destaques/egov.mspx

Ana Gabriela Guedes
Bruno César Dias
Djalma Araújo

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Definindo o comércio eletrônico (Parte 1)

Publicado por ebiz3p em 18, Abril 2008

Evolução do comércio eletrônico

O Comercio Eletrônico é uma forma simples e que envolve recursos financeiros mais leves do que as formas de comércio convencional. Pode ser acessado por um browser através da Internet.

O comércio existe desde os primórdios Durante toda a história da humanidade as sociedades desenvolveram alternativas para se comercializar bens. Hoje não é muito diferente. Buscamos as tecnologias disponíveis para desenvolver novas formas de negócio.

No início era caracterizado por um período de experimentos em um cenário de incertezas. Será que um modelo de negócios pela rede iria dar certo? Como as compras poderiam ser feitas? E quanto à segurança? Será que vou realmente receber o meu pedido? Será que vai valer a pena o meu investimento?

Da mesma forma que qualquer tipo de comércio tem seus riscos. “Ele só vai se estabelecer se ele trouxer vantagens evidentes se comparado com as formas “tradicionais” ou, se ele preencher uma necessidade ainda não resolvida por estas mesmas formas. Ou seja, a compra e a venda de bens e serviços através de lojas virtuais, construídas com as ferramentas da Internet, só pegarão se oferecerem algo a mais para seus consumidores, algo que seja melhor do que o que já existe ou que tão simplesmente não exista ainda.”

1ª Fase – Catálogo de produtos – compras através de e-mail, confirmação de pagamento via fax ou e-mail;

Exemplo: Xica Bonita onde apresenta o catálogo de produtos e instruções quanto a forma de pagamento (http://www.xicabonita.com/)

Catálogo da Xica Bonita

Informações de compra

2º Fase – nascem as lojas virtuais. As compras podem ser feitas on-line, mas a opção de pagamento através de impressão de boleto bancário;

Exemplo : Host revenda – Empresas de hospedagem – onde a opção de pagamento é através de boleto bancário. (http://www.hostrevenda.com/pagamento.php)

3ª Fase – Era dos shoppings virtuais, lojas, agora quase tudo que você imaginar pode ser encontrado para ser vendido através da internet. As opções de pagamento também aumentaram. Agora você pode optar por pagar através de boleto bancário, cartão de crédito ou débito em conta.

Exemplo: Submarino – loja virtual onde existem vários catálogos de produtos separados ppor categoria e várias opções de pagamento. (http://www.submarino.com.br)

Quer saber mais sobre comércio eletrônico? Veja como a economia neste setor se movimenta e quanto custa abrir um canal de vendas on-line no link abaixo:

http://www.eicomm.com.br/index.php?option=com_content&task=blogsection&id=2&Itemid=30

E se você preferir se aprofundar na história do Comércio eletrônico visita este site:

http://fabiof.s.vilabol.uol.com.br/comex.htm

Ana Gabriela Guedes

Bruno César

Djalma Araújo

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Conceitos e Fundamentos de Comércio Eletrônico

Publicado por ebiz3p em 18, Abril 2008

Comércio eletrônico é uma combinação de tecnologias, aplicações e procedimentos negociais que permitem a compra e venda on-line de bens e serviços entre governos, sociedades, corporações privadas e o público. Um conceito básico para comércio eletrônico, seria defini-lo como “qualquer transação comercial por meio eletrônico”.

Temos basicamente quatro tipos de comércio eletrônico:

  1. Negócio-Negócio
  2. Negócio-Consumidor
  3. Negócio-Administração
  4. Consumidor-Administração

Comércio eletrônico permite aos fornecedores aumentar a competitividade ao tornarem-se mais próximos dos seus clientes. Como um exemplo, muitas companhias estão empregando tecnologia de comércio eletrônico para oferecer elevados níveis de suporte pré e pós venda, com aumento no nível de informação de produtos, guia de uso dos produtos e rápidas respostas às solicitações dos clientes. O benefício equivalente do cliente é o aumento da qualidade de serviço.

Existem muitos exemplos bem sucedidos de comércio eletrônico em vários segmentos industriais e em uma ampla área de atuação:

  • Varejo
  • Finanças
  • Distribuição
  • Suporte pré e pós venda
  • Projetos de engenharia
  • Suporte aos negócios
  • Publicações
  • Serviços profissionais
  • Contatos internacionais
  • Processos de negócio compartilhados

O comércio eletrônico talvez seja o ícone da globalização: não se discrimina por sexo, cor, raça ou crença; não há limite geográfico; leva a um maior conhecimento do mundo o que, em tese, poderia  resultar em uma maior tolerância mundial; obriga as nações a adotarem padrões de tecnologia, de comportamento, de ética e de práticas. Embora reduza o contato humano nos negócios, torna-nos mais humanos em nossa consciência social globalizada.

Seráfico Ricardo da Silva Neto

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